
Breve Histórico.
Desde 2004 Barbara Jovanholi e Carlos Rafael realizam encontros artísticos pela cidade e arredores.
Encontros Poéticos:
Sarau Contemporâneo - Espaço Cultural Correia Lima - 2004)
Encontro de Artes Novos Uivos (Espaço Cultural Sylvio Monteiro -2005 a 2007)
Sarau Itinerante
(Sebo Baratos da Ribeiro – Gafieira Elite – Oudasia Cultural (Quebra-Mar) – Espaço Cultural Sylvio Monteiro – 2005 a 2007)
Sarau Conecte! (Estilo da Lapa – 2008 e 2009)

Performances Poéticas:
“Instintiva Lavanda”
“Os Conectados!”
(Comboio NU”)
“Os Novos Uivos de Barbara-Ella e Carlitos”
“Djune e Djug e a Fantástica história de Douradinho”
“Ele, Ella e uma Delllas”
Além da produção executiva, trilha sonora e/ou apoio
à espetáculos musicais e teatrais:
“Estrada 55″
“Pra vocês que não me conhecem”(Fau Andrade)
“A rainha do rádio”com Anja Bittencourt.
“Conversa Proibida”(Oficina Editores)
“O Carrinho de mão e a Laranjeira”com Mozart Guida.
“A Princesa e a Lua”com Lis Maia, Marcos Caminha e Carlos Rafael.
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Entre outros…
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Mas hoje, para azar nosso, já temos companhia: um novo entulho de idéias e procedimentos estéticos corrompidos pelo uso repetitivo. Competitivos, sempre se antecipam as demonstrações naturais de criatividade através das mais cínicas formas de assistencialismo, no sistema do bom-mocismo… Uma coisa é importante saber, “bandido não é marginal – faz apenas o trabalho sujo”. São defeitos na transmissão dos atos obscurantistas para a estética caipira. UM novo carregamento retumbante, naquela operística sombria do matuto libertário, sob a batuta caricata daqueles velhíssimos procedimentos mal vistos. São apenas ossos do ofício e naturais conclusões precisas. Marketing da campanha por novos investimentos… Geopolítica maligna, nos gestos largos giratórios, reunindo-se aos invasores maestros dogmáticos para mais um proverbial peido redundante. Me desculpem a ousadia se dessas idéias o uso faço. Enfim chegou a hora da tão aclamada ruptura. Desígnio maldito para nós artistas sem serventia, ter de parar de pintar e mandar todo o mundo tomar no colarinho, que é a parte mais sebosa do pensar acadêmico em uso… Pode ser até um bom negócio, para a figura institucional “das culturas”, se meter em tudo. Pretendendo dominar a periferia, imagina-se ampliando, na politicagem cultural, os laços sociais dos “sem cultura”. Daí passar a interferir com eventos idiotas da prefeitura, na ação natural das ruas. Nem o gesto livre do navalhista Mestre-Sala escapou, no passado, desta perspectiva repressiva de premiação. Por omissão esqueceram os antigos Bambas – ler Luiz Sergio Dias: Quem Tem Medo Da Capoeira – e a malandragem virou gestual para “cadeira dura”, deixando os verdadeiros mestres da mandinga, meio sem jeito, no meio das rodas de rua.